25/02/2012

Adoro...


Adoro que te ponhas assim, à espera que te possua, de te sentir húmida, qundo entro em ti. Ouvir os teus gemidos, as palavras soltas que se evadem pelas paredes da casa... hoje quero-te assim, e tu?

24/02/2012

Momento kodak

Este momento guardo-o eternamente comigo, o clique que nos deu de início foi tão rápido como o de um clique de uma câmara fotográfica que nos guarda impressa num pedaço de papel para a eternidade.
Eu chamo-lhe tesão, tu preferes quimica, mas essas divergências de semântica ficam dissipadas, quando te observas no espelho que nos reflete enquanto eu te penetro por trás. Soltas um gemido, ao mesmo tempo que eu explodo dentro de ti!

19/02/2012

Momentos

Esperava este dia há já algum tempo...
Observava-te pelos corredores da empresa enquanto diambulavas como se não soubesses que os meus olhos caiam sobre ti... Um dia tive a coragem de te sussurar ao ouvido: "-Tens a noção do quão és sexy?"
Coraste e saiste daquele corredor sem dizer nenhuma palavra. Por us dias não fui capaz de t olhar nos olhos sempre que nos cruzávamos. Até que um dia, tomaste a iniciativa e fizeste deste momento, único!
Observei-te enquanto te despias diante de mim, com tanta sensualidade que deixaste-me especado a olhar para ti...
Será sempre esta imagem que guardarei de ti, de nós. Para sempre...

25/04/2011

neste sofá vermelho está no facebook


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Sendo assim, a partir de dia 1 de Junho de 2011, este blogue será exclusivo apenas de alguns!

Resta-me agradecer a todas as visitas e a todos os comentários, que foram feitos em quase 3 anos de existência.

Muito Obrigado!

23/04/2011

Boca gulosa


Eram 18h20, recebo uma mensagem no telemóvel: "Desces comigo agora? C."
A verdade é que nunca saio a esta hora, mas esta mensagem tinha algo de inesperado e de pouco inocente. Respondi: "Ok, vou já ter contigo"
Saí da minha secretária, inventando uma desculpa que iria lá abaixo lanchar qualquer coisa. Dirijo-me à saída da "firma", C. esperava-me, finjindo estar a ler umas cartas que tinham ficado no seu balcão da recepção.
Trocámos olhares e não dissemos nada, segurei a porta dianteira de vidro para que ela passasse à minha frente, sobre a vigilância de uma câmara de segurança, onde qualquer movimento ou gesto indiscreto, seria registado pela empresa de segurança responsável.
Carreguei no botão do elevador e não trocámos uma palavra, esperámos em silêncio que as portas abrissem, entrámos juntos e esperámos cada um no seu canto que as portas se fechassem.
Na segurança daqueles 2 metros quadrados, isolados do mundo exterior, C. saltou para cima de mim e agarrou o meu pau, segredando-me ao ouvido: "-Tira-o cá para fora, temos pouco tempo!", eu acedi e quando C. o viu duro a latejar à sua frente, meteu a sua boca e começou a chupá-lo em movimentos rápidos.
Encostei-me à parede metálica daquele elevador e deixei que ela o devorasse, deixando-me em extâse...
Fomos interrompidos pelo som de chegada ao piso zero, C. Recompôs-se rapidamente e saiu à minha frente, seguindo o seu percurso habitual para casa sem olhar para trás...


Fotografia: normanpaeth @deviantart

26/02/2011

Recepcionista atrevida...


No meu trabalho, o qual gosto de chamar "a firma", tem uma recepcionista nova (22 anos), um dia cruzámo-nos na casa-de-banho, e ela aproximou-se de mim... agarrou-me o pau com firmeza (por cima das calças) e disse-me: "- Tenho fome de ti!"

...

28/01/2010

fora de horas (escritório) parte 2




(continuação)

Sorri, dando a minha aprovação...
Observei-a de cima a baixo, comecei no seu cabelo que ainda estava molhado, de onde pequenas gotas escorriam pelo seu corpo, contornando todas as suas formas corporais, a sua lingerie era perfeita para a ocasião, de cor preta simples, mas ao mesmo tempo, provocante. As suas meias de ligas completavam o conjunto dando um toque sexy e os sapatos de salto alto, um toque de classe.
Enquanto me perdia nestas observações, S. esticou um dos braços e apontou para algo atrás de mim, de repente um som num tom baixo invadiu aquela divisão.
Reconheci a música e sorri, em tempos tinha-lhe enviado essa música para que ela a escutasse.
“Straight to number one” ecoava com a sua batida sensual aquecendo um pouco aquele inicio de noite fria de Outono...
S. embalava o seu corpo de encontro à ombreira da porta acompanhando o ritmo calmo e sensual dessa música, olhando-me directamente nos meus olhos.
Foi descendo em direcção ao chão de forma sensual e provocante, testando todos os meus limites, a minha vontade era de ir ao encontro dela, abraçá-la e cobri-la de beijos molhados todo o seu corpo.
Contive-me desses desejos carnais, estava-me a dar gozo ver aquela dança, a sua provocação, o seu espírito ousado com que me tinha contemplado.
Cada movimento seu, era seguido pelo meu olhar, não queria que nenhum pormenor me escapasse, a forma como se movimentava, ao ritmo da música de forma fluida, a sua lingerie que lhe assentava perfeitamente, os seus saltos altos que lhe alongavam as suas pernas, o seu olhar que me penetrava até ao fundo da alma, a sua língua que brincava com os seus lábios, num gesto claro e puro de sedução...
E eu assistia num cadeirão virado para aquele espectáculo privado num ambiente frio que se ia aquecendo a cada movimento do ponteiro dos segundos do relógio que jazia por cima dela.
S., resolvera elevar mais a fasquia e dirigiu-se a mim, puxando-me por uma mão, sugerindo que fosse de encontro a ela. Levantei-me colei o meu corpo no seu e balançámos juntos ao ritmo da música, ficando de costas coladas ao meu peito, calcorreava as minhas pernas com as suas mãos, enquanto que eu com a ponta dos dedos palmilhava todas as curvas do seu corpo... até que um silêncio frio evadiu a sala de novo.
S. virou-se de frente para mim e pôs o seu indicador encostado na minha boca, antes que esboçasse qualquer murmúrio, caminhou para a secretaria e abriu uma das gavetas, tirando uma venda de um encarnado escuro. Dirigiu-se de novo a mim, e colocou-a nos meus olhos.
Com uma mão encostada ao meu peito, empurrou-me de encontro ao cadeirão, no qual caí desamparado, ficando prostrado.
De seguida, ouvi os seus passos a afastarem-se e segundos mais tarde uma nova música tão sensual com a anterior começara a invadir de novo aquele espaço.
Senti uma respiração quente e húmida no meu pescoço, de inicio retraí-me, talvez pelo susto de não me ter apercebido da sua presença tão perto de mim. Mas depois deixei-me relaxar e embalar na música de fundo e no ritmo da sua respiração que invadia o meu pescoço.
Senti as suas mãos, a desapertarem-me a minha camisa, botão a botão... sem pressas.
A língua de S., tocava-me ao de leve num dos mamilos, acompanhada de uma respiração mais ofegante, mais calorosa. Percorreu todo o meu tronco, até chegar ao umbigo que o inundou de saliva antes de me desapertar o cinto das calças.
Desapertou-me o cinto e desabotoou o botão das calças, ao mesmo tempo que me beijava o pescoço e rapidamente puxou o fecho das calças para baixo.
Senti o meu pau enrijecer e S. sentiu-o crescer numa das suas mãos, acariciou-o de leve por cima dos boxers e depois agarrou-o firmemente soltando um suspiro de desejo.
Puxou os meus boxers lentamente, e senti a sua língua húmida a passar em todo o seu comprimento, abocanhando a cabeça. Começou um vai e vem, lento mas chupando-o com vontade, aquela vontade de tesão pura de dar e receber o mesmo prazer que se dá e tem.
Não aguentei e segurei-lhe nas ancas e puxei-lhe as cuecas de fio dental pretas para baixo, sem subtileza alguma, e puxei-a para mim para que me montasse.
Entrei nela, sem qualquer dificuldade, S. estava encharcada e facilmente encaixou-se em mim, até ao fundo, senti as suas nádegas baterem-me nas pernas e um gemido soltou-se da sua boca.
S. segurava-se ao meu pescoço com ambas as mãos enquanto me montava ao seu belo prazer, por vezes com estocadas fortes e por outras vezes, deslizando lentamente. Acelerou as batidas ao seu ritmo, à sua vontade, até que gritou bem alto e senti, o seu suco escorrer pelo meu pau...
Voltou de novo a acelerar aquela cavalgada e depressa os gemidos tímidos, foram substituídos por gritos que ecoavam nas várias divisões do escritório.
Confesso, que os gemidos e os gritos sempre me excitaram e facilmente vim-me dentro dela. Ficámos assim, a recuperar o fôlego por alguns minutos, depois senti ela sair de cima de mim, ficando prostrado no cadeirão ainda vendado.
Ouvi no fundo a água a escorrer da torneira e de novo os seus saltos altos no chão de madeira a aproximarem-se.
Riu-se e disse: “- Ainda estás assim?”
Tirei a venda e S. já estava vestida e pronta para sair. Vesti-me o mais rápido que pude e saímos juntos do prédio.
Lá fora, o dilúvio já tinha terminado, despedimo-nos à porta com um beijo na face, disse-lhe: “- Boa noite...”. Ela sorriu e acenou com a cabeça e seguimos cada um para o seu carro.

fotografia: saagen@deviantart