29/08/2013

Snapchat me!

O nestesofavermelho aderiu ao snapchat. Para quem não conhece esta app, é semelhante ao instagram, mas as fotografias destroem-se segundos depois de serem enviadas. Adicionem! Procurem por "sofavermelho" & have fun!

28/07/2012

Biblioteca erótica

fonte: http://www.marlli.com/2012/01/24/libraries-playlists-kristen/


Era um sábado em pleno verão, tinha combinado com S. numa biblioteca no centro de Lisboa.
Só a tinha vsto numa fotografia e sentia que ia em direção a um blind date, por um lado, sentia o nervosismo de uma primeira vez, mas por outro, sentia-me confiante, talvez pela excitação de um desafio novo.
Apressei os passos, apesar de estar dentro da hora combinada, a cada passo o coração batia mais forte. S. tinha-me confessado que estava comprometida, mas apesar disso, algo lhe dizia para não faltar a este encontro.

Cheguei à livraria e percorri com o olhar todos os cantos à procura de S., no canto oposto à entrada  uma mulher, observava uma estante enorme cheia de prateleiras carregadas de livros, vestia um vestido preto justo, mas nada pretencioso. O meu olhar seguiu todas as suas curvas, terminando nas pernas bem delineadas,
Avancei na direção dela, o meu instinto dizia-me que era S.

- Precisa de ajuda?” – perguntei num tom baixo junto ao ouvido dela.
S. estremeceu surpreendida com o susto. Sorriu e acenou com a cabeça. Peguei num livro escolhido ao acaso e enteguei-o, peguei num outro e fiz o convite:
“- Olá S. Juntas-te a mim naquela mesa?
“- É um prazer.” – respondeu-me.

Deixei S. passar à frente e segui-a observando todos os seus movimentos, S. não era uma mulher linda, mas o seu jeitinho de se movimentar, fazia-a de fato extremamente sexy.
Sentámo-nos numa mesa de frente um para o outro e trocámos algumas palavras numa conversa circunstancial, enquanto isso observava a sala de leitura, à exceção de duas estudantes que devoravam uma pilha de livros, apenas se encontrava um empregado, que centrava todas as suas atenções para o ecran do seu telemóvel, alheado ao que se passava à sua volta. Provavelmente porque seria um emprego de verão, pensei eu.

A conversa era trivial, nenhum de nós revelava muitas informações ao outro, apenas gostos de leitura e pouco mais.

- Conheces a secção nova da biblioteca?” – interrompi.
- Não… Confesso que nunca tinha cá vindo.” – respondeu.
- É dedicada ao erotismo!” – exclamei e fiz um gesto com a mão para me seguir.

Dirigimo-nos ao fundo de uma fila enorme de prateleiras. S., começou a vaguaer o seu olhar pelas prateleiras e esticou-se para alcançar um dos livros numa das prateleiras superiores, encostei-me a ela e segurei-lhe na mão que se esticava em direção ao livro escolhido. Senti o perfume de S., quando encostei o meu nariz ao seu pescoço e deslizei a ponta dos meus dedos ao longo do seu braço, subindo pelo pescoço e tocando ao de leve nos seus lábios.

S. mordiscou-me o dedo e de seguida chupou-me o mesmo dedo, sem nunca se virar para mim, Senti-me excitado, e percorri com o mesmo dedo o seu queixo e pescoço deixndo um rasto da sua própria saliva desenhado no seu corpo.
Continuei a tatear o seu corpo, passei pelo ombro e levei comigo a alça do vestido, fazendo com que este descaisse um pouco deixando exposto um mamilo. Eu não o via, já que estava nas costas de S., acariciei o peito dela, sentindo o mamilo duro ao mesmo tempo que lhe beijava o pescoço.
Senti a sua respiração ofegante, de repente S. deu um solavanco, afastando o meu corpo do dela, puxou a alça do vestido para cima e virou-se para mim:
- Desculpa, mas não devo…” – de uma forma doce.
- Não deves ou não queres?” – indaguei.
Os seus olhos e a sua linguagem corporal desmentiam-na, sorri e peguei na outra alça do vestido  passando o dedo no seu ombro lentamente de cima para baixo.
S., encostou-se novamente a mim e tirou ambas as alças do vestido, fazendo com que este caísse a seus pés.

- Estás louca?” – perguntei completamente apanhado de surpresa.
- Não, pelo contrario, nunca tive tão ciente daquilo que quero... quero-te agora! Aqui!” – respondeu-me, enquanto me pressionou o seu corpo contra o meu.

Não tinha reparado, mas S. expunha-se diante de mim em saltos altos e sem lingerie, afastei-me devagar enquanto contemplava o seu peito e os seus mamilos eretos de tesão. Mordeu o lábio como que me desafiando, ao mesmo tempo que sentia a sua respiração ofegante de nervosismo.
Excitado aproximei-me de novo dela e aproximei a minha boca a um mamilo e chupei-o da mesma forma que ela tinha chupado o meu dedo, fazendo com que S. soltasse um gemido abafado de prazer.
Peguei numa das mãos e levei-a para junto de uma parede, S. pôs as mãos de encontro  à parede ficando exposta para mim, com o rabo empinado esperando  que desse o próximo passo.
Aproximei-me de novo de S., prendendo-a com o meu corpo o dela de encontro à parede, queria que ela sentisse o meu pau duro.

- Quero que o sintas duro…” – segredei-lhe ao ouvido.
Uma das minhas mãos tocou-lhe na ratinha que já estava molhada e brinquei um pouco com o seu clitoris.
Não aguentei muito mais tempo, estava bastante excitado e tirei o meu pau para fora das calças, e brinquei com o seu cuzinho e ratinha, roçando-o.
- Queres que o meta dentro de ti?” - desafiei-a.
“- Ui, simm, quero-o agora na minha coninha! Fode-me.” – entre gemidos e empinando o rabo cada vez mais para mim, convidando-me a entrar.

S. estava tão molhada, que o seu mel escorria pelas pernas tal era o seu grau de excitação.
Esperava que o meu pau entrasse nela, mas ainda não seria desta vez, apesar dos seus movimentos de ancas me pedirem isso.
Ajoelhei-me por trás dela, e agarrei as suas nádegas com ambas as mãos, contemplando aquele rabo firme e bem delineado. Ajoelhei-me por trás dela e afastei as suas nádegas deixando exposta a sua ratinha rapadinha
Que coninha tão deliciosa” – pensei, mergulhando a minha boca nela. O seu sabor era doce como mel, deliciei-me, chupando e lambendo de forma vigorosa, enquanto S. se dobrava mais para mim, pedindo que continuasse naquela frenesim oral.

De repente, S. explodiu num orgasmo, as suas pernas tremeram e deixou-se cair de joelhos, ficando de quatro no chão lutand com todas as suas forças, para que não saísse um grito alto que nos denunciasse.
Aproveitando o momento, meti a cabeça do meu pau que pulsava de tesão dentro dela, tirando-o  de seguida, fiz isso algumas vezes, até ela olhar para mim e ver no seu olhar de desespero, implorando que a comesse
Virei-a de frente para mim, e bati com o meu pau no seu clitoris com pancadas secas e vigorosas, fazendo com que S. soltasse gemidos um pouco mais altos, levei o dedo indicador à mão e fiz sinal de silêncio, piscando-lhe o olho de seguida.

Sem ela esperar meti o meu pau só que desta vez bem fundo, fazendo com que S. soltasse um grito, num misto de dor e tesão, não esperava qe fosse tão fundo desta vez. As investidas do meu pau eram cada vez mais fortes e rápidas.
S. pôs-se de cócoras e montava-me a seu belo prazer impondo o seu ritmo, olhando para os meus olhos e sorrindo, como que adorando cada investida.
“- É a minha vez, de te dar prazer...” – segredou-me.
Despiu-me a t-shirt, sentindo o meu corpo quente na sua mão, de seguida, começou a beijar-me o pescoço e descendo até ao peito, Aproximou as suas mamas e deixou que os seus mamilos roçassem nos meus de forma lenta e sensual.

Tirou-me as calças, sem pressas, e fiquei nú exposto a ela. Mergulhou a sua boca no meu umbigo e segurou o meu pau numa das suas mãos enqaunto o mirava pelo canto do olho.
- Quero mamar-te! Quero meter o teu caralho duro na minha boca e chupá-lo todinho.” disse-o, enquanto me masturbava lentamente.
Deixei S. realizar o que me prometera à instantes, mas quando o abocanhou ouvimos passos,e vestir-nos à pressa saindo o mais rápido dali.

Na saída, olhei de relance para uma das mesas e uma estudante não tirava os olhos de nós, com um sorriso cúmplice estampado na cara, terá sido uma testemunha?

11/03/2012

Limpeza aqui no pedaço (exclusivo facebook)

Limpeza total!

Durante o mês de Março este perfil vai ser sujeito a uma limpeza de contatos. Quem estiver interessado em continuar a receber actualizações do blogue, ponha um like neste post ou envie mensagem privada. Até ao final deste mês irei repetir este post. Basta por um like apenas uma vez. A gerência agradece!

(é exclusivo para o facebook, quem não estiver por lá ainda, aproveite e adicione!)

link:
https://www.facebook.com/nestesofavermelho

09/03/2012

Desafio-te...

... a desafiares-me... tens coragem?

08/03/2012

Deixa-me...

... ser o teu urso de peluche esta noite!

04/03/2012

Observo-te

Observo-te naquele café, quando a tua camisa por acidente se abre. Já tinhas reparado em mim, apercebes-te agora do porquê...

Ao contrário do que seria previsto, inclinas-te mais um pouco, e deixas-me deliciar a vista e imaginar-te comigo... possuindo-te!
De repente volto à realidade e já te tapaste, atrapalhada com aquele pequeno acidente... apressas-te a tomar o café e a sair porta fora...
Eu sigo todos os teus movimentos até não estares mais ao alcance da minha vista.

25/02/2012

Adoro...


Adoro que te ponhas assim, à espera que te possua, de te sentir húmida, qundo entro em ti. Ouvir os teus gemidos, as palavras soltas que se evadem pelas paredes da casa... hoje quero-te assim, e tu?

24/02/2012

Momento kodak

Este momento guardo-o eternamente comigo, o clique que nos deu de início foi tão rápido como o de um clique de uma câmara fotográfica que nos guarda impressa num pedaço de papel para a eternidade.
Eu chamo-lhe tesão, tu preferes quimica, mas essas divergências de semântica ficam dissipadas, quando te observas no espelho que nos reflete enquanto eu te penetro por trás. Soltas um gemido, ao mesmo tempo que eu explodo dentro de ti!

19/02/2012

Momentos

Esperava este dia há já algum tempo...
Observava-te pelos corredores da empresa enquanto diambulavas como se não soubesses que os meus olhos caiam sobre ti... Um dia tive a coragem de te sussurar ao ouvido: "-Tens a noção do quão és sexy?"
Coraste e saiste daquele corredor sem dizer nenhuma palavra. Por us dias não fui capaz de t olhar nos olhos sempre que nos cruzávamos. Até que um dia, tomaste a iniciativa e fizeste deste momento, único!
Observei-te enquanto te despias diante de mim, com tanta sensualidade que deixaste-me especado a olhar para ti...
Será sempre esta imagem que guardarei de ti, de nós. Para sempre...

25/04/2011

neste sofá vermelho está no facebook


Caros(as) visitantes,
Este blogue "já" está no facebook, se quiserem fazer uma visita vão ao link clicando aqui

Aproveitem a visita e adicionem-me!

Depois de um período de reflexão, resolvi pôr o blogue exclusivo para aqueles que realmente o seguem.

Para quem estiver interessado em seguir nestesofavermelho, envie um mail para nestesofavermelho@gmail.com com o vosso mail e já agora uma mensagem simpática sobre este blogue, a razão porque o seguem, do que gostam, do que não gostam... enfim, o que vos passar pela cabeça!

Serão adicionados a uma lista que terá o privilégio e a honra de continuarem a seguir este blogue.

Sendo assim, a partir de dia 1 de Junho de 2011, este blogue será exclusivo apenas de alguns!

Resta-me agradecer a todas as visitas e a todos os comentários, que foram feitos em quase 3 anos de existência.

Muito Obrigado!

23/04/2011

Boca gulosa


Eram 18h20, recebo uma mensagem no telemóvel: "Desces comigo agora? C."
A verdade é que nunca saio a esta hora, mas esta mensagem tinha algo de inesperado e de pouco inocente. Respondi: "Ok, vou já ter contigo"
Saí da minha secretária, inventando uma desculpa que iria lá abaixo lanchar qualquer coisa. Dirijo-me à saída da "firma", C. esperava-me, finjindo estar a ler umas cartas que tinham ficado no seu balcão da recepção.
Trocámos olhares e não dissemos nada, segurei a porta dianteira de vidro para que ela passasse à minha frente, sobre a vigilância de uma câmara de segurança, onde qualquer movimento ou gesto indiscreto, seria registado pela empresa de segurança responsável.
Carreguei no botão do elevador e não trocámos uma palavra, esperámos em silêncio que as portas abrissem, entrámos juntos e esperámos cada um no seu canto que as portas se fechassem.
Na segurança daqueles 2 metros quadrados, isolados do mundo exterior, C. saltou para cima de mim e agarrou o meu pau, segredando-me ao ouvido: "-Tira-o cá para fora, temos pouco tempo!", eu acedi e quando C. o viu duro a latejar à sua frente, meteu a sua boca e começou a chupá-lo em movimentos rápidos.
Encostei-me à parede metálica daquele elevador e deixei que ela o devorasse, deixando-me em extâse...
Fomos interrompidos pelo som de chegada ao piso zero, C. Recompôs-se rapidamente e saiu à minha frente, seguindo o seu percurso habitual para casa sem olhar para trás...


Fotografia: normanpaeth @deviantart

26/02/2011

Recepcionista atrevida...


No meu trabalho, o qual gosto de chamar "a firma", tem uma recepcionista nova (22 anos), um dia cruzámo-nos na casa-de-banho, e ela aproximou-se de mim... agarrou-me o pau com firmeza (por cima das calças) e disse-me: "- Tenho fome de ti!"

...

28/01/2010

fora de horas (escritório) parte 2




(continuação)

Sorri, dando a minha aprovação...
Observei-a de cima a baixo, comecei no seu cabelo que ainda estava molhado, de onde pequenas gotas escorriam pelo seu corpo, contornando todas as suas formas corporais, a sua lingerie era perfeita para a ocasião, de cor preta simples, mas ao mesmo tempo, provocante. As suas meias de ligas completavam o conjunto dando um toque sexy e os sapatos de salto alto, um toque de classe.
Enquanto me perdia nestas observações, S. esticou um dos braços e apontou para algo atrás de mim, de repente um som num tom baixo invadiu aquela divisão.
Reconheci a música e sorri, em tempos tinha-lhe enviado essa música para que ela a escutasse.
“Straight to number one” ecoava com a sua batida sensual aquecendo um pouco aquele inicio de noite fria de Outono...
S. embalava o seu corpo de encontro à ombreira da porta acompanhando o ritmo calmo e sensual dessa música, olhando-me directamente nos meus olhos.
Foi descendo em direcção ao chão de forma sensual e provocante, testando todos os meus limites, a minha vontade era de ir ao encontro dela, abraçá-la e cobri-la de beijos molhados todo o seu corpo.
Contive-me desses desejos carnais, estava-me a dar gozo ver aquela dança, a sua provocação, o seu espírito ousado com que me tinha contemplado.
Cada movimento seu, era seguido pelo meu olhar, não queria que nenhum pormenor me escapasse, a forma como se movimentava, ao ritmo da música de forma fluida, a sua lingerie que lhe assentava perfeitamente, os seus saltos altos que lhe alongavam as suas pernas, o seu olhar que me penetrava até ao fundo da alma, a sua língua que brincava com os seus lábios, num gesto claro e puro de sedução...
E eu assistia num cadeirão virado para aquele espectáculo privado num ambiente frio que se ia aquecendo a cada movimento do ponteiro dos segundos do relógio que jazia por cima dela.
S., resolvera elevar mais a fasquia e dirigiu-se a mim, puxando-me por uma mão, sugerindo que fosse de encontro a ela. Levantei-me colei o meu corpo no seu e balançámos juntos ao ritmo da música, ficando de costas coladas ao meu peito, calcorreava as minhas pernas com as suas mãos, enquanto que eu com a ponta dos dedos palmilhava todas as curvas do seu corpo... até que um silêncio frio evadiu a sala de novo.
S. virou-se de frente para mim e pôs o seu indicador encostado na minha boca, antes que esboçasse qualquer murmúrio, caminhou para a secretaria e abriu uma das gavetas, tirando uma venda de um encarnado escuro. Dirigiu-se de novo a mim, e colocou-a nos meus olhos.
Com uma mão encostada ao meu peito, empurrou-me de encontro ao cadeirão, no qual caí desamparado, ficando prostrado.
De seguida, ouvi os seus passos a afastarem-se e segundos mais tarde uma nova música tão sensual com a anterior começara a invadir de novo aquele espaço.
Senti uma respiração quente e húmida no meu pescoço, de inicio retraí-me, talvez pelo susto de não me ter apercebido da sua presença tão perto de mim. Mas depois deixei-me relaxar e embalar na música de fundo e no ritmo da sua respiração que invadia o meu pescoço.
Senti as suas mãos, a desapertarem-me a minha camisa, botão a botão... sem pressas.
A língua de S., tocava-me ao de leve num dos mamilos, acompanhada de uma respiração mais ofegante, mais calorosa. Percorreu todo o meu tronco, até chegar ao umbigo que o inundou de saliva antes de me desapertar o cinto das calças.
Desapertou-me o cinto e desabotoou o botão das calças, ao mesmo tempo que me beijava o pescoço e rapidamente puxou o fecho das calças para baixo.
Senti o meu pau enrijecer e S. sentiu-o crescer numa das suas mãos, acariciou-o de leve por cima dos boxers e depois agarrou-o firmemente soltando um suspiro de desejo.
Puxou os meus boxers lentamente, e senti a sua língua húmida a passar em todo o seu comprimento, abocanhando a cabeça. Começou um vai e vem, lento mas chupando-o com vontade, aquela vontade de tesão pura de dar e receber o mesmo prazer que se dá e tem.
Não aguentei e segurei-lhe nas ancas e puxei-lhe as cuecas de fio dental pretas para baixo, sem subtileza alguma, e puxei-a para mim para que me montasse.
Entrei nela, sem qualquer dificuldade, S. estava encharcada e facilmente encaixou-se em mim, até ao fundo, senti as suas nádegas baterem-me nas pernas e um gemido soltou-se da sua boca.
S. segurava-se ao meu pescoço com ambas as mãos enquanto me montava ao seu belo prazer, por vezes com estocadas fortes e por outras vezes, deslizando lentamente. Acelerou as batidas ao seu ritmo, à sua vontade, até que gritou bem alto e senti, o seu suco escorrer pelo meu pau...
Voltou de novo a acelerar aquela cavalgada e depressa os gemidos tímidos, foram substituídos por gritos que ecoavam nas várias divisões do escritório.
Confesso, que os gemidos e os gritos sempre me excitaram e facilmente vim-me dentro dela. Ficámos assim, a recuperar o fôlego por alguns minutos, depois senti ela sair de cima de mim, ficando prostrado no cadeirão ainda vendado.
Ouvi no fundo a água a escorrer da torneira e de novo os seus saltos altos no chão de madeira a aproximarem-se.
Riu-se e disse: “- Ainda estás assim?”
Tirei a venda e S. já estava vestida e pronta para sair. Vesti-me o mais rápido que pude e saímos juntos do prédio.
Lá fora, o dilúvio já tinha terminado, despedimo-nos à porta com um beijo na face, disse-lhe: “- Boa noite...”. Ela sorriu e acenou com a cabeça e seguimos cada um para o seu carro.

fotografia: saagen@deviantart

07/01/2010

fora de horas (escritório) parte 1


Há uns tempos tive uma formação onde conheci S., nunca tivemos grande troca de palavras, porque não havia liberdade para isso, ela estava acompanhada do namorado que também se tinha inscrito na mesma acção de formação. Sempre notei, desde o primeiro dia, que houve uma empatia da parte dela, a sua forma de olhar por vezes fazia-me sentir desconfortável, na presença sempre tão perto do namorado.

Acabei por ter uma postura defensiva e esquivava-me aos seus olhares...

Nunca mais tive contacto com S., até uns meses depois, em que me enviou um e-mail com um questionário daqueles que se enviam para os amigos de forma a se conhecerem melhor. Confesso que no dia que recebi o e-mail, não me mostrei muito interessado, mas tive curiosidade de ler as suas respostas... Dias mais tarde, resolvi enviar as minhas respostas, mas sem esperar novo contacto.

Nesse mesmo dia, S. respondeu-me, dizendo que se tinha identificado tanto com as minhas respostas e que já no curso tinha achado o mesmo. Mantive uma certa distancia, respondendo ao seu e-mail dizendo que todos temos pontos em comum, mesmo que à primeira vista, pareçam o oposto.

Nova resposta, não se fez chegar tarde e resolveu desvendar a ponta do véu, S. e o seu namorado já não estariam muito bem, a sua relação estava desgastada com 10 anos de namoro e sentia que tinha que continuar sozinha. Eu mantive a mesma distancia sem tentar morder o isco nem dar azo a outras liberdades e tentei aconselhá-la a reflectir bem sobre o seu relacionamento... Conversa puxa conversa através de e-mails trocados, combinámos um café para uns dias depois.

Cheguei ao café, antes da hora, tinha levado comigo um livro, e entreti-me a ler um pouco até chegar à hora combinada.

S. chegou e dirigiu-se à mesa onde estava sentado, interrompendo a minha leitura. Os seus olhos sorriram ao ver-me, com o cabelo molhado da chuva que caía copiosamente nessa tarde de Outono, sentou-se ao meu lado pousando uma mão na minha perna e disse-me baixinho: “Finalmente estou livre...”

Fiz um sorriso amarelo, sem saber como reagir. Não gosto de me rir da desgraça dos outros, mas pelo que tínhamos falado e pelo que já conhecia dela, S. antes de tomar a decisão, já tinha reflectido profundamente todos os prós e contras.

Olhei de novo para ela, mais atentamente, o seu cabelo moreno comprido molhado, dava-lhe um ar sexy...

Pedimos dois cafés e falámos um pouco sobre coisas mundanas, até que ela interrompeu a conversa pedindo-me que fosse com ela ao escritório que era naquele quarteirão.

Seguimos rua a baixo, tentando fintar as gotas de água que não tinham parado o dia inteiro de cair.

Entrámos num edifício dos anos cinquenta, já com um aspecto um pouco degradado e procurei o interruptor naquele hall frio e escuro, quando lhe toquei com a mão senti a mão dela por cima da minha e a luz acendeu-se.

Sorrimos ambos e ela acenou-me em direcção às escadas do edifício, segui atrás dela, observando o seu andar insinuante e provocador de uma forma inconsciente. O seu cabelo molhado pingava para o chão deixando um caminho de gotas pedindo que o seguisse e assim fui atrás dela.

Subimos dois lanços de escadas e chegámos à porta do seu escritório, S. meteu a chave na fechadura e destrancou as portas pesadas de madeira maciça. Entrámos no escritório, e um silêncio absorveu-nos, naquela divisão escura e fria só estávamos os dois, iluminados por uma ténue luz que vinha do hall de entrada do prédio no andar de baixo. Por momentos fintámo-nos sem trocar uma palavra, penso que trocámos pensamentos sem que nenhum de nós se apercebesse.

S. quebrou o silêncio: “- Vou à casa de banho para me secar, podes ir para a sala e senta-te no cadeirão... não faças cerimónias, eu volto já!”

Enquanto S. dirigia-se ao fundo do corredor, acedi ao seu pedido e fui para a sala e sentei-me num cadeirão que estava virado para a porta de entrada, olhei em volta e apenas com uma luz ambiente proveniente do corredor, consegui perceber que era o seu gabinete, à esquerda uma estante com uns livros da sua área e à direita uma secretária com uns papeis meticulosamente bem empilhados.

Na parede por cima da porta, o relógio dava-me as horas, 19h32, e por um tempo observei o ponteiro dos segundos a andar abstraindo-me de tudo...

Do fundo do corredor, oiço a sua voz: “- Onde estás?”

“- Aqui!” – respondi-lhe, olhando ainda para o ponteiro dos segundos que se movia a um ritmo hipnotizante.

Ouvi os seus passos em direcção ao gabinete onde ela me tinha deixado à sua espera, os seus tacos de salto alto ecoavam no soalho de madeira a um ritmo compassado.

S. surge à porta, de lingerie preta, meias de ligas e sapato de salto alto, encosta-se à ombreia da porta e finta-me com um olhar desafiante, morde o seu lábio inferior provocando uma reacção minha.

Sorri, dando a minha aprovação...

Observei-a de cima a baixo, comecei no seu cabelo que ainda estava molhado, de onde pequenas gotas escorriam pelo seu corpo, contornando todas as suas formas corporais, a sua lingerie era perfeita para a ocasião, de cor preta simples, mas ao mesmo tempo, provocante. As suas meias de ligas completavam o conjunto dando um toque sexy e os sapatos de salto alto, um toque de classe...
(continua)


fotografia: mrmojorisin3075@deviantart

22/12/2009

Feliz Natal


A todos(as) que se sentam neste sofá....
desejos de um Feliz Natal!

fotografia de: ah-photography@deviantart

11/11/2009

Um facto a assinalar!

Curiosamente olhei para o contador no final da página e registei com agrado o número de 3050 visitas!

Festejei com pompa e circunstância as 1000 visitas e distraidamente deixei passar a barreira das 2000...

Para celebrar este número do qual orgulhosamente constato, não farei grandes celebrações, apenas um simples texto, do que no meu ponto de vista é importante ter visitantes no (meu/nosso) blogue.

Ao longo de 16 meses de existência, neste sofá vermelho, sentaram-se já bastantes pessoas, (não posso avançar um número porque o contador não descrimina quantas pessoas diferentes já por aqui fantasiaram), rostos mascarados que de diversas formas vieram aqui, sentaram-se e desfrutaram.

Uma certeza que tenho neste espaço de tempo, são questões, ou melhor 3050 questões para ser mais preciso, do que vivenciaram neste cantinho de fantasia...

Espero acima de tudo que tenham voltado, não uma, mas várias vezes, cativados com aquilo que por aqui leram. Outros vieram e deixaram de se sentar neste sofá vermelho, é a lei da vida, conformo-me. Mas não deixo de lamentar para mim próprio, porque vibro a cada comentário e a cada visita!

É neste pequeno registo que deixo aqui a visita 3000 assinalada, resta-me agradecer a todos os que por aqui passaram e que alguns continuarão a visitar e parabéns para todos vocês!

Obrigado.

02/11/2009

the (un)real thing...




Apetece-me algo...

... requintado...com classe... distinto... inteligente...

Apetece-me masturbar-me com palavras, devorar uma conversa e no fim, fique com um sorriso e um brilho nos olhos, sentindo que foi um tempo bem passado para mim, para ti, para ambos...

Apetece-me algo, que aqueça esta noite fria de Outono... atreves-te?

fotografia: LaarkK@deviantart
tratamento de imagem: sofasurfer

04/09/2009

Um café escaldado


Voltemos de novo ao café, não o do outro post, mas sim um outro também na zona de Lisboa.


Sento-me à mesa sozinho, com o meu caderno (sim, o mesmo do outro post) e com um café. Mexo a colher na chávena diluindo o açúcar no café amargo. Olho em volta, enquanto repito esse gesto monótono. Observo as mesas que se dispõem à minha volta. Continuo a mexer a colher e direcciono o meu olhar duas mesas à frente, um grupo de mulheres conversa animadamente, concluo que são amigas há algum tempo, pela sua linguagem corporal, pelas suas palavras sem formalismo.


Levo a chávena à boca, o café ainda quente escorre pela minha garganta e aprecio aquele momento, o sabor e o cheiro únicos que só um café oferece.

Pouso a chávena e preparo-me para escrever palavras soltas, que mais tarde se unificarão para dar sentido a qualquer coisa. Brinco com os duplos sentidos das palavras que poluem o nosso vocabulário. E constato, sorrindo que a língua portuguesa é muitíssimo rica em duplos sentidos!


Distraído neste exercício puramente de entretenimento, sinto-me observado e olho em frente. É daquela mesa, a tal cheia de mulheres que riem e conversam animadamente sobre as suas vidas quotidianas. Uma morena de olho claro, finta-me, nunca deixando de acompanhar as histórias das suas amigas, ela ri-se, mas o seu sorriso não é para mim, o destino é para as outras, as suas amigas.

Gosto de observar enquanto faço o contacto visual com outra pessoa, reparo na aliança que jaz no seu dedo anelar. Por segundos perco o interesse nela e na sua mesa. Volto ao meu caderno e escrevo a palavra anilha e sorriu, passam-me várias imagens pela cabeça contraditórias, que os duplos significados assim transmitem.

Continuo no mesmo exercício, explorando novas palavras, novas analogias, perco-me em viagens mentais, vou de um extremo ao outro à velocidade da luz, mas divirto-me comigo mesmo, masturbo-me mentalmente enquanto continuo a brincar com as palavras.


Sinto de novo a mesma sensação, a presença de alguém que me observa, só que agora já sei quem me olha e antes de largar as páginas do caderno, olho na sua direcção com um ar desinteressado, a morena de olho claro olha-me fixamente, e eu entro no seu jogo, retribuo o olhar mais intensamente, passo do jogo das palavras de duplos significados para o jogo de olhares e divertimo-nos ambos com isso.

Uma das amigas, pergunta-lhe algo, mas ela está noutra estratosfera, a amiga olha na mesma direcção e encontra-me no plano de fundo. Chama-a de novo e acorda-a daquele transe, ela surpreendida olha para a amiga.

“- Foste apanhada!” – sussurro para mim mesmo.

E dou por terminado aquele jogo.

Volto ao meu caderno, naquele dia tinha vontade de ter múltiplos orgasmos mentais e sentia que ainda estava nas preliminares. Mas, o silêncio que vinha da minha mesa, contrastava com o alarido da outra, a tal duas mesas à frente da minha.

O meu olhar volta a encontrar mais uma vez o seu, que de novo já tinha abandonado o de suas amigas. Resolvi aumentar a fasquia, curioso no que aquilo ia dar, e mostrei o meu dedo anelar, sem aliança. Ela corou levemente, não estaria à espera que apenas uma troca de olhares, levaria a uma troca de insinuações de um desconhecido, duas mesas à frente da dela.

Ela sorriu, desta vez dirigiu a mim, e disfarçadamente, debaixo da mesa tirou a sua aliança, mostrou-me agora o seu dedo anelar despido de qualquer compromisso, enquanto dirigia a sua atenção para as restantes amigas, fingindo estar a seguir a conversa.

Confesso que, fora quaisquer moralismos, gostei da sua atitude, daquela cartada jogada por ela, quando tudo levaria a que abandonasse o jogo. E por momentos, não voltou a olhar na minha direcção. Dirigi de novo a atenção ao meu caderno, e escrevi a palavra “jogo”, e pensei onde iria o seu jogo parar.

Interrompi a minha estratégia quando ouvi as cadeiras a arrastar no chão, ela e as amigas, estavam a sair do café e senti-me desiludido. Acompanho a sua saída observando todos os seus movimentos, ela não olha mais para mim. Chegou à porta e sussurrou qualquer coisa à amiga, a tal que se apercebeu no inicio e volta para trás. Vai na direcção da minha mesa e contorna-a devagar, deixa cair o seu porta-moedas, e algumas moedas espalham-se no chão. Levanto-me para a ajudar e por breves instantes estamos agachados de frente um para o outro, ela olha-me e diz baixinho: “-Segue-me…”, aceno com a cabeça, enquanto lhe entrego as moedas que se tinham espalhado no chão.

“-Obrigado.” – diz-me num tom um pouco mais alto.


Deixo-a ir para a casa de banho, numa zona recuada do café, longe de todos os olhares. Espero por momentos, olhando pelas vidraças e vejo as suas amigas, a caminharem lentamente para longe dali.

Olho em volta e procuro algum olhar mais atento, mas ninguém retribui o seu olhar e dirijo-me também aos fundos. Percorro um pequeno corredor estreito, onde no fundo se encontram as portas das casas de banho. Ela espera no seu interior, e mal passo à porta, ela puxa-me para dentro desta.

Beija-me furiosamente, enquanto me leva, para dentro de uma das divisórias, fecha a porta atrás de si e começa a desabotoar a sua camisa branca e diz-me sem rodeios: “- Fode-me, temos pouco tempo…”

Agarro-a nas ancas e obrigo a rodar, fica de costas para mim, ponho a minha mão por dentro da camisa e sinto um dos seus mamilos duros de tanta tesão, a sua respiração é ofegante, enquanto com uma mão procura o meu pau que se põe duro para ela.

Baixo-lhe as calças ela inclina-se para mim apoiando a mão no autoclismo. O seu rabo empina exibindo as suas nádegas tonificadas, que se juntam sobre o fio dental de cor rosa choque. Contemplo-a por breves instantes e agarro-lhe os cabelos pretos ligeiramente ondulados, e com uma mão toco-lhe dos seus lábios vaginais encharcados, aproximo a minha boca ao seu ouvido e segredo-lhe: “- É assim que gostas?”

“ - Hum, hum” – murmura, entre dentes, dando o seu consentimento.

Puxo o seu cabelo com mais força para junto do meu corpo que se inclina para ela, enquanto molho com saliva dois dedos da minha mão livre e penetro-os dentro dela.

Ela sente o vai e vem dos meus dedos que cada vez mais depressa e ritmadamente a penetram e geme, baixinho.

Sinto as mãos encharcadas do seu suco, ao mesmo tempo que as suas pernas estremecem em espasmos involuntários, ela quase que cai sobre os seus joelhos naquele momento de fraqueza em que vai e volta na sua viagem orgásmica. Recompõe-se ao fim de alguns momentos e vira-se para mim, agachando-se à minha frente e puxa-me as calças para baixo, deixando exposto o meu pau duro.

Agarra-o sem meiguice e começa a acariciá-lo lentamente, abocanha-o deixando-o todo molhado e repete os mesmos movimentos mas cada vez mais velozes. Sente que já estou pronto e senta-me na sanita, de costas monta-me por cima e domina-me em todos os sentidos, acaricio-lhe o clítoris ao ritmo ditado por ela, nos seus movimentos por cima de mim.

Ela pressente o meu orgasmo, e sai de cima de mim, mergulhando os seus lábios no meu pau, sugando-o como se quisesse levar com ela o meu leite guardado dentro de si. Os seus olhos verdes olham-me fixamente e eu sorrio para ela. Quando retomo a compostura já ela apertava a sua camisa e puxava as calças para cima, piscou-me o olho e sorriu, saindo da casa de banho, deixando-me despido a olhar para ela.


Vesti-me e corri atrás dela, para lhe perguntar o nome e combinar um café, à mesma hora noutro dia da semana, mas quando saí do café, ela já se tinha encontrado com as amigas mais à frente no fundo da rua. Regressei ao café e reparei no mesmo ambiente que estava instalado, as mesmas personagens, como se o tempo ali tivesse parado por breves segundos…


Fotografia: Vladimir Borowicz@Devian Art

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